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quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Nova Lei de Uso e Ocupação do Solo de Fortaleza
Nova Lei de Uso e Ocupação do Solo de Fortaleza: Águeda Muniz, titular da Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), fala dos principais aspectos na nova norma. [VIDEO1] O P
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
sábado, 23 de julho de 2016
A Caixa anunciou uma série de medidas para reaquecer o mercado imobiliário
A Caixa anunciou uma série de medidas para reaquecer o mercado imobiliário - Portal Marketing e Publicidade Imobiliária
Mercado Imobiliário
publicidadeimobiliaria.com
A Caixa Econômica Federal vai facilitar o financiamento de imóveis. No caso dos imóveis usados, a cota que pode ser financiada subirá de 60% para 70%. Será possível transferir para a Caixa uma parcela maior, de 50% para 70%, de empréstimos tomados em outros bancos.
Entre as medidas, que passarão a valer a partir da próxima segunda-feira, 25, também está o aumento do valor máximo do imóvel a ser financiado pelo banco estatal: vai passar de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões.
Para unidades que valem mais de R$ 750 mil, o banco vai aumentar de 70% para 80% a parcela que pode ser financiada, por meio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).
A iniciativa de facilitar os financiamentos para a classe alta reflete, entre outras coisas, a corrida da Caixa para não perder espaço no mercado. Hoje, a instituição responde por duas de cada três operações de crédito imobiliário feitas no País. Mas, no primeiro semestre deste ano, a liberação de financiamentos ficou abaixo das expectativas, em R$ 40 bilhões. O Feirão da Casa Própria do banco também não rendeu o esperado. A meta é, até dezembro, liberar pelo menos os mesmos R$ 90 bilhões de todo o ano passado.
Segundo o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza, o banco decidiu melhorar as condições de financiamento para a alta renda depois de já ter feito modificações nas operações para imóveis populares. “As medidas vêm beneficiar o setor da construção, que mais gera emprego e renda, e contribuir para a retomada do crescimento do País.”
Também está em estudo pela Caixa a adoção de juros menores em empréstimos com entrada maior e poucas parcelas de amortização. No ano passado, o banco fez uma rodada de três aumentos nos juros do financiamento da casa própria com recurso oriundos da poupança. Neste ano, as taxas subiram em março.
Em fevereiro, para suprir a fuga de recursos da poupança, o conselho curador do FGTS liberou R$ 16,1 bilhões adicionais ao banco, que reforçaram a oferta de crédito. No mês seguinte, o banco, o principal financiador de imóveis do País, adotou um conjunto de ações para estimular a compra de imóveis populares. O banco voltou a financiar 70% (para clientes trabalhadores do setor privado) e 80% (funcionalismo público) de um imóvel usado, menos de um ano após ter reduzido a parcela a 50%. A instituição também voltou com a linha para financiar o segundo imóvel, suspensa desde agosto de 2015.
A Caixa injetou perto de R$ 7 bilhões na linha pró-cotista, que permite a trabalhadores com conta ativa no fundo financiarem 85% do valor de imóveis novos e usados de até R$ 750 mil. O banco também foi autorizado a captar até R$ 6,7 bilhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que podem ser destinados a imóveis que se enquadrem nas condições de financiamentos com recursos da poupança. Dentro dos R$ 7 bilhões direcionados para a linha pró-cotista, a Caixa redirecionará R$ 1,7 bilhão para novos contratos para moradias entre R$ 225 mil e R$ 500 mil. No final de abril, o banco começou a restringir financiamentos com esse perfil por falta de recursos.
Setor
Para o vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Renato Ventura, essas condições mais favoráveis trazem uma dinâmica nova ao mercado imobiliário. “Medidas como essas contribuem para que a recuperação do setor possa ocorrer de forma mais rápida, mas ainda vemos o cenário bastante adverso”, afirmou.
Para José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), mais crédito para o público de alta renda é importante, mas o efeito deve ser limitado no setor. “Não muda muito, mas dá uma ajudinha”, disse.
Fonte: R7
A Caixa Econômica Federal vai facilitar o financiamento de imóveis. No caso dos imóveis usados, a cota que pode ser financiada subirá de 60% para 70%. Será possível transferir para a Caixa uma parcela maior, de 50% para 70%, de empréstimos tomados em outros bancos.
Entre as medidas, que passarão a valer a partir da próxima segunda-feira, 25, também está o aumento do valor máximo do imóvel a ser financiado pelo banco estatal: vai passar de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões.
Para unidades que valem mais de R$ 750 mil, o banco vai aumentar de 70% para 80% a parcela que pode ser financiada, por meio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).
A iniciativa de facilitar os financiamentos para a classe alta reflete, entre outras coisas, a corrida da Caixa para não perder espaço no mercado. Hoje, a instituição responde por duas de cada três operações de crédito imobiliário feitas no País. Mas, no primeiro semestre deste ano, a liberação de financiamentos ficou abaixo das expectativas, em R$ 40 bilhões. O Feirão da Casa Própria do banco também não rendeu o esperado. A meta é, até dezembro, liberar pelo menos os mesmos R$ 90 bilhões de todo o ano passado.
Segundo o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza, o banco decidiu melhorar as condições de financiamento para a alta renda depois de já ter feito modificações nas operações para imóveis populares. “As medidas vêm beneficiar o setor da construção, que mais gera emprego e renda, e contribuir para a retomada do crescimento do País.”
Também está em estudo pela Caixa a adoção de juros menores em empréstimos com entrada maior e poucas parcelas de amortização. No ano passado, o banco fez uma rodada de três aumentos nos juros do financiamento da casa própria com recurso oriundos da poupança. Neste ano, as taxas subiram em março.
Em fevereiro, para suprir a fuga de recursos da poupança, o conselho curador do FGTS liberou R$ 16,1 bilhões adicionais ao banco, que reforçaram a oferta de crédito. No mês seguinte, o banco, o principal financiador de imóveis do País, adotou um conjunto de ações para estimular a compra de imóveis populares. O banco voltou a financiar 70% (para clientes trabalhadores do setor privado) e 80% (funcionalismo público) de um imóvel usado, menos de um ano após ter reduzido a parcela a 50%. A instituição também voltou com a linha para financiar o segundo imóvel, suspensa desde agosto de 2015.
A Caixa injetou perto de R$ 7 bilhões na linha pró-cotista, que permite a trabalhadores com conta ativa no fundo financiarem 85% do valor de imóveis novos e usados de até R$ 750 mil. O banco também foi autorizado a captar até R$ 6,7 bilhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que podem ser destinados a imóveis que se enquadrem nas condições de financiamentos com recursos da poupança. Dentro dos R$ 7 bilhões direcionados para a linha pró-cotista, a Caixa redirecionará R$ 1,7 bilhão para novos contratos para moradias entre R$ 225 mil e R$ 500 mil. No final de abril, o banco começou a restringir financiamentos com esse perfil por falta de recursos.
Setor
Para o vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Renato Ventura, essas condições mais favoráveis trazem uma dinâmica nova ao mercado imobiliário. “Medidas como essas contribuem para que a recuperação do setor possa ocorrer de forma mais rápida, mas ainda vemos o cenário bastante adverso”, afirmou.
Para José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), mais crédito para o público de alta renda é importante, mas o efeito deve ser limitado no setor. “Não muda muito, mas dá uma ajudinha”, disse.
Fonte: R7
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Caixa amplia valores e diminui burocracia de financiamento de imóveis
Caixa amplia valores e diminui burocracia de financiamento de imóveis -
Portal Marketing e Publicidade Imobiliária
Mercado
Imobiliário
O vice-presidente de Habitação da
Caixa Econômica Federal anunciou, na última segunda-feira, 18, que o banco vai
elevar o teto do valor de imóveis financiáveis, o percentual de financiamentos
para imóveis de valores maiores e vai facilitar condições para as construtoras.
“O teto para financiamento era de
R$1,5 milhão e vai passar para R$3 milhões. O financiamento de imóveis usados
vai passar de 60% para 70% e nos casos de imóveis novos, terreno e construção,
vai passar de 70% a 80%”, explicou o corretor de imóveis, Alan Matheus, sobre
as mudanças nas modalidades de financiamento. As regras entram em vigor na
próxima segunda-feira, 25.
Matheus afirmou que as vantagens
do financiamento pela estatal são o tempo de liberação e burocracia. “Pela
Caixa é bem menos burocrático e o tempo de liberação geralmente é menor, porque
a Caixa tem, em cada cidade, uma sede regional que faz a aprovação no próprio
local. No caso de outros bancos, como o Itaú e o Bradesco, enviam os documentos
para o Rio de Janeiro ou São Paulo, o que demora”, explicou. Porém, ele
garantiu que para a imobiliária não tem importância em qual banco foi
financiado.
O corretor esclareceu que para
ter a liberação do financiamento, a pessoa só poderá comprometer 30% da sua
renda. “A pessoa que recebe R$10 mil pode financiar um imóvel até R$300 mil.
Portanto, o valor que pode ser financiado equivale a 30 vezes da renda”, exemplificou.
Ele disse que não há regras exatas das taxas de juros, pois vão depender da
renda, tipo e localização do imóvel.
Para aqueles que estão querendo
vender o imóvel, Matheus indicou que a pessoa consulte um profissional de
confiança para que faça uma avaliação justa do imóvel, manter o imóvel com boa
aparência e não comparar a sua venda com a do vizinho. Já para os compradores,
o corretor indica o mesmo, que a pessoa consulte um profissional de confiança
para auxiliar com a documentação.
Algumas pessoas utilizam o Fundo
de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para conseguir realizar o sonho da casa
própria. Matheus alertou que elas erram o modo de uso por desconhecer as
regras. “A pessoa tem que ter vínculo empregatício na cidade, não pode ter um imóvel
em seu nome na cidade e o imóvel de interesse deve ter o valor até de R$750
mil”, finalizou.
Fonte: Diário Regional
Tendência - Porcelanato Líquido
Tendência em revestimento: conheça o porcelanato líquido
Simone Tagliani
É importante destacar que a aplicação do material pode ser realizada de diversas formas e ter, consequentemente, resultados distintos. Os pisos conhecidos popularmente como ‘porcelanato líquido’ são à base de poliuretano ou epóxi, em forma de resina ou tinta. É o seu aspecto final, liso e brilhante, que encanta os consumidores que sonham em renovar o visual da casa sem a necessidade de qualquer quebra-quebra.
(Imagem divulgação blog ‘Modelos de Plantas Casas‘)
+ Aplicação sobre superfícies
(Imagem divulgação site ‘Repoxi‘)
Os pisos autonivelantes são indicados para as áreas onde se necessita de mais resistência, durabilidade e baixo custo de manutenção. Neste critério, enquadram-se, principalmente, as indústrias, os laboratórios, os estacionamentos de veículos, os edifícios públicos e os pátios. Mas, atualmente, vê-se este material empregado também em ambientes médicos, em cozinhas industriais e em residências. Pode-se usá-los em conjunto, por exemplo, com os pisos térmicos, em residências nas localidades de clima mais frio.
Mas as possibilidades de aplicação para este tipo de piso vão muito mais além. Seu sistema de composição, em multicamada, permite uma personalização ainda maior do revestimento. Pode-se criar um piso artístico, com figuras planas ou em 3D, sobre a cor sólida do fundo e sob um tipo de resina transparente. O efeito visual fica incrível. Diversas empresas já trabalham com esta linha decorativa, que utiliza a aplicação de adesivos com diferentes desenhos e composições juntamente da resina líquida.
+ Resultado final e seus benefícios
Os pisos autonivelantes podem ser feitos em diversas cores. Em poliuretano é disponibilizado apenas nas cores branca, bege e cinza e não possibilita a criação de desenhos. Já em epóxi há uma variedade maior e mais resistência química e mecânica. Mas o bom é que pode-se aplicar ambos sobre pisos existentes. A espessura final fica em torno de três milímetros – em pisos regularizados. Em locais onde não é possível este aumento de nível, a dica é utilizar as tintas com base em epóxi, que formam esta mesma camada lisa e brilhante, sem acrescentar muita espessura.ECONOMIA - SINAIS DE MELHORIA
Fernando Antonio Simões: “A sensação é que a economia parou de piorar”
Fernando Simões diz que a economia parou de piorar
Fernando Simões lidera a JSL,
maior operadora logística do Brasil. Ele conta nessa entrevista que o setor de
transporte local foi impactado pela crise, mas começa a se recuperar.
1. Quando você acha que a
economia brasileira vai sair da crise em que está mergulhada?
Tenho a sensação de que as coisas
pararam de piorar. Se pararam de piorar – falando sem otimismo irreal, mas com
muita responsabilidade – eu diria que isto já é um sinal, uma tendência de melhora.
O que está acontecendo no Brasil, na verdade, é um grande freio de arrumação.
Durante muito tempo a economia nacional cresceu de formas que não eram
sustentáveis, ao menos em alguns setores. Agora, ela está voltando ao seu
patamar correto. E eu entendo que, se a economia parou de piorar, isto abre a
oportunidade para que comece a melhorar.
2. Então, a crise também tem seu
lado positivo?
Acho, na verdade, que todo
momento de dificuldade econômica pela qual o País já passou acabou redundando
também em algum bem para o Brasil. Estas crises contribuíram para que
erguêssemos, após elas, uma outra base econômica, diferenciada. Então espero
que este momento ruim, mais uma vez, acabe por trazer algo de bom. Acho que a
gente parou de cair e temos aí uma boa equipe econômica no governo, além de
vários profissionais em grandes companhias estatais de enorme qualidade.
3. Fala-se muito no uso de
aplicativos para o transporte de cargas. A empresa teme a concorrência desses
apps?
De fato, tem-se divulgado muito a
possibilidade do uso de aplicativos como o Uber para o transporte de
cargas – mas tem-se praticado muito pouco. Eu até acredito nos aplicativos para
o transporte de cargas, mas isso ainda vai levar tempo e só vai funcionar em
alguns segmentos. As operações da JSL, em sua grande maioria (mais de 50% do
total), são de serviços dedicados. São serviços que você fica indo e voltando,
não precisa de app. Nós também temos aplicativos, mas não desse tipo. Nós temos
aplicativos que facilitam a vida do caminhoneiro. A questão da melhor rota, o
posto com preço mais barato, e temos o cartão do caminhoneiro, com que fazemos
o pagamento dos fretes.
4. Como a crise afetou a
quantidade de volume transportado nas estradas?
Bem, dizem que o movimento de
caminhões na Via Dutra caiu 8%. Em compensação, se você pegar o agronegócio ele
não teve queda e se você pegar a parte de alimentação, é muito pequena a queda.
Há uma economia real que continua existindo de maneira muito menos impactada
que o resto do País. Mas sem dúvida teve queda em volume transportado, em
especial na indústria automobilística, na siderurgia e nos eletrodomésticos da
linha branca.
5. E, por fim, como vem sendo o
desempenho da própria JSL em 2016?
Graças a Deus nossa companhia
atua em setores e serviços bastante diversificados. Isso, em um momento como
este, faz uma grande diferença. Nós atuamos na siderurgia, na linha branca e na
indústria automobilística, mas fazemos também muitos negócios no transporte de
alimentos, na parte florestal, que é a parte de celulose… essas operações
compensam o que as outras tem sofrido. Divulgamos no começo desse ano que nossa
previsão de crescimento é de 12% da receita em 2016 sobre 2015. E temos isso
como meta. Isso é reflexo de novos contratos que abrimos no ano passado e também
reflexo do que a empresa construiu durante sua história. A companhia faz 60
anos nesse ano.
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Revitalização e valorização da Praia do Futuro
Prefeitura delimita área de Parque Tecnológico - Cadernos - Diário do Nordeste
Yohanna Pinheiro - Repórter
Os empreendedores identificados pela Prefeitura com perfil para se instalar no parque receberão abatimento de até 60% do Imposto Sobre Serviço (ISS) e até 100% do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis Inter-Vivos (ITBI), de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Fortaleza, Robinson de Castro.
O titular apontou que não será necessário, em um primeiro momento, realizar desapropriações para permitir que negócios sejam instalados na região. "Se houver necessidade e existirem propriedades em áreas de interesse público nessa poligonal, aí sim podem ser realizadas desapropriações", explicou Castro. Ele avalia que a medida contribuirá para tornar a Capital um hub de telecomunicações.
"Dada a nossa localização geográfica privilegiada (para a instalação de um hub de telecomunicações), a população poderá ter acesso a uma internet mais rápida e mais barata, além de também serem atraídos novos negócios para a cidade que utilizam a transmissão de dados", ressaltou o secretário. "Fortaleza se propõe a ser um polo de tecnologia, voltado para o armazenamento e transmissão de dados".
Potencial
Com expectativa de abrigar 18 cabos submarinos de fibra óptica, Fortaleza desponta como importante ponto de transferência de dados de alto tráfego de informações, conectando o País à América do Norte, América Central, Europa e África. No mês passado, foram iniciadas a construção do empreendimento que reúne o centro de processamento de dados (data center) da Angola Cables e a estação de cabos submarinos de fibra ótica na Praia do Futuro.
Os equipamentos irão conectar as partes submarina e terrestre dos sistemas de cabos Monet, previsto para entrar em operação até o primeiro semestre de 2017, e Sacs (South Atlantic Cable System), que deverá operar em 2018. Já o centro de processamento e armazenamento integrado no sistema de cabos funcionará, a partir do primeiro semestre de 2017, na área de três mil metros quadrados cedidos na região por meio de parceria com a Prefeitura.
Obra que se encontra em estágio mais avançado, o cabo Monet interligará Miami, Fortaleza e Santos, terá mais de dez mil quilômetros e capacidade de comunicação de pelo menos 60 terabytes por segundo (Tbps), em seis pares de fibra, sendo duas da Angola Cables. Além da empresa africana, o cabo também conta com aportes do Google, da Antel (Uruguai) e da Algar Telecom (Brasil).
O cabo Sacs, por sua vez, vai ligar Fortaleza à Luanda, em Angola, por meio de um cabo submarino de fibras óticas de cerca de 6 mil quilômetros. Com implementação prevista para 2017 e operação para o ano seguinte, a obra terá capacidade de comunicação de pelo menos 40 Tbps e será um investimento 100% da Angola Cables.
Oportunidades
Além dos projetos da Angola Cables, outros cabos também estão sendo prospectados para a Capital cearense. Em junho, a empresa chinesa Huawei fez uma primeira visita à Fortaleza e apresentou a intenção de trazer um cabo da China, passando por Camarões, na África. Outro projeto, mais avançado, trará um cabo interligando a Kribi, no Camarões. A empresa Camtel já se planeja para iniciar a execução, mas não há previsão.
Ainda em processo de planejamento, representantes da portuguesa Telebrasil visitaram a Capital em maio em busca do local exato onde deverá ficar o cabo que ligará Fortaleza à Lisboa. Há ainda outros projetos em estudo, como o de um cabo que ligaria a capital a Nova York, nos Estados Unidos, e outro também ao país, via América Central.
Amazon
O Estado do Ceará ainda prospecta a vinda de um data center da Amazon, uma das maiores empresas de e-commerce do mundo, conforme o Diário do Nordeste publicou com exclusividade no dia 9 de junho. A Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice) negocia com a multinacional norte-americana a chegada de programas educacionais de fomento ao empreendedorismo, que podem envolver a implantação do centro na Capital cearense.
terça-feira, 19 de julho de 2016
Saiba como escolher a luminária perfeita para sua casa
Saiba como escolher a luminária perfeita para sua casa | IW Sua Casa
Toda casa precisa de alguns
destaques para ficarem bem decoradas. Alguns pontos de destaque vêm ganhando
ainda mais atenção na hora de compor uma casa e, entre eles, está a luminária.
Diante de diversos modelos, certamente um vai te agradar mais e ser o modelo
certo para a sua casa. Mas para isso você precisa entender alguns pontos para
não exagerar na dose e deixar a sua casa destoando do restante. E é por isso
que viemos mostrar todos os pontos para a sua escolha ser a melhor possível.
A escolha da luminária passa por
diversos pontos e que são de suma importância. Venha conferir algumas lindas
ideias para escolher a luminária perfeita para sua casa. E acredite: essa
tarefa vai ser divertidíssima.
Uma casa mais básica merece um
toque de cor
Se a sua casa é básica e com
cores mais neutras, por que não apostar em uma luminária toda diferente e bem
colorida? Isso pode dar o toque de alegria que esteja faltando. Existem modelos
bem interessantes e de diversos tamanhos e formas. Que tal se inspirar nessas
fotos?
E que tal um lustre cheio de
charme?
Sabe aqueles lustres que parecem
que acabaram de sair de um castelo, cheio de cristais e com toda classe do
mundo? Esse pode ser um estilo bem legal se a sua casa for mais clássica, com
toques de veludo nos estofadas, tapetes mais felpudos… Nesse tipo de ambiente,
esses lustres clássicos são as opções mais certeiras.
Luminárias modernas
Aqui vai uma opção muito legal
para quem busca por decorações mais contemporâneas e modernas. Algumas
luminárias de vidro chegam bem próximo a esse estilo e podem se encaixar muito
bem em casas mais claras e com decorações mais modernas e futuristas. A ideia é
para surpreender e complementar um ambiente.
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