O aumento da expectativa de vida da população tem sido uma realidade enfrentada por diversos países, o que demanda equipamentos e infraestrutura adequados. O Estatuto do Idoso inclusive prevê que pelo menos 3% das unidades residenciais de programas habitacionais financiados ou subsidiados com recursos públicos seja destinado a essa faixa etária. No entanto, o mercado da construção civil ainda não tem acompanhando tal mudança a contento, e como resultado, essa população ainda carece de edifícios residenciais, institucionais ou comerciais adequados para suas reais necessidades.
A organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que, em 2025,
existirão 1,2 bilhão de pessoas com mais de 60 anos, sendo que o “muito idoso“,
de 80 anos ou mais, constitui o grupo de maior crescimento (MESSORA, 2006).
Diversos estudiosos têm se preocupado com esta questão e estima-se que em 2025
o Brasil será o sexto país com a maior população de idosos no mundo (BRUM,
TOCANTINS & SILVA, 2005 apud QUEIROZ, 2010).
Diferentemente dos países desenvolvidos, onde há uma
grande variedade de imóveis com configurações específicas, no Brasil o número
de residências voltadas para a melhor idade é relativamente baixo, atendendo
(com capacidade máxima) apenas a 0,5% da população idosa do país. Além disso,
pode-se perceber uma disparidade muito grande na distribuição dessas
instituições no território nacional, estando, a maior parte, concentrada na
região sudeste com 63,5% do total de instituições, enquanto que na região
nordeste existe apenas uma parcela ínfima de 8,5% (IPEA, 2011).
Em um contexto de grandes mudanças sociais e econômicas, onde
o crescimento significativo da expectativa de vida não pode ser colocado de
lado, é importante salientar que “o mercado imobiliário ainda não acordou para
a oportunidade de atender este segmento da população”, afirma o presidente do
Instituto Brasileiro de Estudos Imobiliários (IBEI), Paulo Viana, em entrevista
para a revista eletrônica Redimob. Isso é constatado tanto nos imóveis
existentes, como nos que estão sendo lançados atualmente. Por essa situação, se
torna necessário a realização de reformas e adaptações de espaços, mas que nem
sempre são viáveis e acabam por criar improvisações que põem em risco a saúde e
a própria vida do idoso.
Atendendo
a essa necessidade, a Engexata
Engenharia trás em seu empreendimento Fortaleza
Sul Residence, apartamentos com adaptações para pessoas portadoras de
necessidades especiais, como idosos e
cadeirantes. Composto por três torres e com unidades de três tamanhos, 1, 2 e 3
quartos, (30m², 54m² e 70 m²,
respectivamente) para esse novo público, e atendendo também solteiros,
empresários e estudantes.
Localizado
no bairro Edson Queiroz, ao lado do Fórum Clóvis Beviláqua e nas proximidades
de três grandes faculdades, os moradores, além da vista exuberante para a Lagoa
do Colosso e as dunas da Praia da Sabiaguaba, terão também uma infraestrutura
de serviços de supermercados, farmácias e postos de gasolina. Tudo isso a uma pequena
distância de dois grandes shoppings.
Material
do empreendimento e valores através de nossos contatos no rodapé da página. Visite
decorado em nossa loja Conceito, na Av. Antônio Justa, 2736, em frente ao
Náutico (Esquina com Av. Desembargador Moreira).
Vista
aérea do local.
Quando a obra for entregue, contará com um home clube
completo, com mais de 20 ítens de lazer, uma lavanderia coletiva e diversos
pontos de acessibilidade espalhados por todo o empreendimento, Conta ainda com um
elevador exclusivo que leva do hall social para a área de lazer. Tudo isso pensado
para um público que vem crescendo a cada dia na sociedade.
Preparamos um e-book com dicas para tornar sua morada mais segura e cômoda,
permitindo ao idoso maior autonomia e
confiança, garantindo que pratique movimentos dentro de casa ao se
deslocar livremente, estimulando a
circulação, a memória e o raciocínio, diretamente relacionados a autoestima e qualidade
de vida superior, inclusive para
quem convive com eles.
85
98816.0050 (Whatsapp)
valbertomatos@yahoo.com.br




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